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Reflexoes

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Finanças


As contas do Estado Português são fáceis de fazer:

Receitas = 6 biliões de contos (IVA=3 biliões + IRC=1 bilião + IRS= 2 biliões)

Despesas= 7 biliões de contos (Ministério da Educação= 1 bilião + Ministério da Saúde 900 milhões + encargo com a dívida=700 milhões + Obras Públicas = 600 milhões + etc)

Sendo o Pib de 25 biliões de contos e 4% do Pib 1 bilião de contos, a grande questão é a diferença entre 4% do Pib e 3% do Pib , ou seja 1bilião menos 750milhões = 250 milhões de contos.

Todos os anos depois da adesão ao euro os ministros das finanças praticamente têm uma única actividade criativa durante todo o ano: arranjar 250 milhões de contos para o déficit ser de 3%.

Se acabássemos com o Ministério da Defesa (agora que só vamos ter 12 milhas de águas marítimas na costa) o problema desaparecia, pois é precisamente 250 milhões de contos o custo da manutenção militar anual deste País.




posted by jrrbc  # 9:03:00 a.m.
Economia




O que existe é tão mau que nem dá para contar: empresas que não existem, empresas inviáveis, empresas com empresários sem formação, empresas falidas, empresas ilegais, empresas que fogem aos impostos, etc. A bagunça dos irresponsáveis. Incompetente é o que faz asneiras, irresponsável é o que não sabe o que está a fazer. A economia portuguesa é um exercício de irresponsabilidade colectiva.

A formação de empresas tem que ser regulada pelas universidades, que determinam a viabilidade do projecto. As universidades como incubadoras de ideias e com pessoal habilitado teórica e tecnicamente devem receber os projectos de empresas :

por exemplo um indivíduo ou grupo de pessoas que queira fabricar e comercializar uma bicicleta com motor a energia solar, apresenta a ideia ou projecto na incubadora de empresas da universidade que estuda a viabilidade da empresa e encaminha o futuro empresário para a realização do projecto, com acompanhamento e estudo do seu desenvolvimento.

Só assim as empresas serão empresas legais com empresários competentes e com viabilidade programada, num contexto de economia nacional. Mas sempre ligadas a uma universidade reguladora.

posted by jrrbc  # 3:32:00 a.m.
Juventude e Desporto


A amplificação sonora das “sad’s” do futebol, tudo levou de vontade deste País. A filosofia, que agrada a este Estado (quanto mais se gasta mais se tem), impera nos 10 novos estádios de futebol.

Quantos mais pavilhões desportivos se constroem nas escolas, piores são os resultados desportivos das modalidades amadoras deste País.

Presumo que para ginástica de manutenção não era necessário gastar tanto dinheiro em pavilhões desportivos, bastava comprar uma bicicleta para cada aluno.

Também o estatuto de atleta de alta competição deste País está a um nível de subsídio de desemprego e é trampolim para entrar nos melhores cursos universitários.

Sou a favor do desenvolvimento das modalidades desportivas de alta competição nas escolas. Para isso se fizeram os pavilhões.

Sou a favor da difusão da internet de banda larga, e do ensino e apoio escolar por internet.

Sou contra o número clausus para entrada na universidade pública.

E, evidentemente, acredito que esta alarvidade das “sad’s” a que chamam indústria do futebol português é mais uma maluquice senil que passará com a velhice dos seus autores e degradação da sua “obra”.

posted by jrrbc  # 12:51:00 a.m.

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